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Umidade do ar cai e surgem primeiros focos de incêndio

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28/04/2011

Em 24 horas, entre terça-feira e ontem, foram registrados 15 queimadas em Goiás, segundo o ministério da ciência e tecnologia. Bombeiros lançam campanha em maio
João Gabriel de Freitas
A diminuição da umidade relativa do ar, mais comum a partir de maio e que desde a semana passada, em Goiás, atingiu as menores variações do ano, com a mínima chegando a 30 %, tem a repercussão de seus efeitos não apenas climaticamente. Já se constata, também, o surgimento dos primeiros focos de incêndio.
Somente no prazo de 24 horas, entre terça-feira e ontem, foram constatados 15 focos de incêndio em Goiás, conforme monitoramento do Ministério da Ciência e Tecnologia. O Estado só ficou atrás em número de focos, neste espaço de tempo, do Mato Grosso e da Bahia. No acumulado de abril, foram 26 focos. Desde o início do ano, foram 65 incêndios nos limites do Estado. No mesmo período em 2010, foram registrados 82 incêndios.
Nesta semana, cinco focos foram contidos pelo Corpo de Bombeiros em Goiânia e Aparecida. A situação é recorrente e ano após ano a ação humana agrava ainda mais o impacto do clima seco, característico do Centro-Oeste.
A região ainda não começou a registrar os níveis mais críticos de umidade do ar, observados normalmente entre julho e setembro, mas constata o crescimento de queimadas intencionais. A preocupação, sobretudo de climatologistas e do Corpo de Bombeiros, eleva-se pelo fato de que, com as chuvas intensas verificadas nos primeiros meses de 2011, o mato alto de lotes e pastos se torna um perigoso terreno para a propagação de incêndios.
Desde a semana passada, quando o Corpo de Bombeiros passou a atender os primeiros chamados de incêndio na Região Metropolitana de Goiânia, foram debelados sete focos - seis em Goiânia e um em Aparecida de Goiânia. Quatro destes focos, somente na capital, foram constatados no curto espaço de tempo entre terça-feira e ontem.
Conforme levantamento inicial dos Bombeiros, os últimos atendimentos se deram em locais mais afastados dos centros urbanos, normalmente provocados inicialmente pela queima de lixo, que posteriormente se propagou, ou de mato seco, na limpeza de algum lote. Na terça-feira foram combatidas chamas no Residencial Aldeia do Vale (Região Nordeste da capital), no Bairro Goiá (Região Oeste) e no Setor Santa Genoveva (Região Norte). Ontem, mais um incêndio foi contido pelos Bombeiros no Setor Noroeste da capital. Em Aparecida de Goiânia, um incêndio foi contido na segunda-feira, em chácara no Setor Santo André, bairro encostado na BR-153. Um outro princípio de incêndio foi flagrado ontem pela reportagem do POPULAR nas margens da GO-020, no quilômetro 12, na fazenda Vargem Bonita do Sabiá. As chamas eram contidas por funcionários do estabelecimento.
Cerrado vivo
Chefe do Departamento de Comunicação do Corpo de Bombeiros, o tenente-coronel Martiniano Gondim explica que, a partir de maio, a corporação passa a gerenciar a operação Cerrado Vivo 2011. Serão inicialmente concentradas ações de conscientização e instruções técnicas, sobretudo em sindicatos de produtores rurais das cidades do interior do Estado. "Serão repassadas técnicas ideais para a feitura dos aceiros, usados para conter as chamas, e abafadores", afirma Gondim.
Clima seco se agrava em maio
Diante de um 2011 abundante em chuvas em seus primeiros meses, a umidade relativa do ar permaneceu, até meados de abril, apresentando níveis mínimos entre 45 e 60 %. Mas a partir da semana passada, o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet) passou a registrar índices mínimos de 30%. Chuvas esporádicas ainda são previstas no Centro-Oeste em abril, mas a entrada de frentes frias e úmidas de ar torna-se um fenômeno raro a partir de maio.
Níveis críticos, no entanto, são esperados para agosto e setembro. Em 2010, estações climáticas, como da cidade de Goiás, registraram umidade abaixo de 15%. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quando a umidade fica entre12% e20 % a situação é de alerta e entre 20% e 30 % requer atenção. Além do desconforto é nesta época que se proliferam viroses e problemas respiratórios.
Em 2010, Goiás teve mais de 100 dias de estiagem e Goiânia o mês de setembro mais quente e seco da última década, com temperatura média de 35,8º e umidade em torno de 18%. ¢Ì

Fonte: O Popular

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