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Tomate e banana puxam alta da cesta básica em Goiânia

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05/06/2012

Karina Ribeiro,

 

 

A extensão do período chuvoso em diversas regiões do Estado refletiu diretamente no aumento do preço da cesta básica do mês de maio na capital goiana. Produtos como tomate e banana, que perdem qualidade com as chuvas, tiveram uma arrancada nos preços de 22,71% e 21,59%, respectivamente, conforme pesquisa realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Embora Goiânia tenha registrado a quarta maior elevação de preços, 4,69%, entre as 17 capitais pesquisadas, ocupa a 7º posição nos preços mais baratos de produtos alimentícios essenciais.

 

Em maio, na capital goiana, o custo da cesta básica saltou em relação ao mês anterior de R$ 235,46 para R$ 246,39. Um total de 12 dos 13 produtos que compõem a cesta básica subiu. O pão francês foi a única retração observada, 4,16%. Alimentos importantes na mesa do goiano, como feijão (12,84%) e óleo de soja (7,43%) também ajudaram a elevar de preço da cesta básica. “Estou fazendo testes com marcas mais baratas de feijão antes desconhecidas por mim”, diz a telefonista, Adriana de Souza Marques, de 37 anos. Ela conta que sente o aumento frequente do preço do produto e essa foi uma estratégia adotada para não deixar faltar na mesa da família.

 

Goiânia foi a segunda capital pesquisada cujo produto teve maior elevação, ficando atrás somente de Aracaju (15,51%). Em 12 meses, o feijão aumentou 80,12%. A justificativa para o aumento generalizado do alimento é o excesso de chuva na região Sudeste, além da redução nas áreas de cultivo.

 

Segundo a superintendente técnica do Dieese, Leila Brito, ao contrário dos demais produtos, o aumento do óleo de soja é decorrente da alta do dolár. O produto derivado de uma commoditie não sofreu queda de demanda, mesmo com a crise internacional, e aponta elevações sequenciais. “Deve continuar com a tendência de alta”, avalia.

 

Mesmo fazendo malabarismos para administrar o dinheiro da aposentadoria, Julita Damaso, de 74 anos, afirma que costuma trocar o óleo de soja por outro de marca mais barata, mas alimentos como tomate e banana, por exemplo, abre mão do consumo em alguns períodos. “Tanto nas feiras quanto nos supermercados os preços aumentaram muito. Tem época que simplesmente não compro”, ressalta.

 

Embora o resultado do preço da cesta básica no último mês não seja animador, a variação acumulado nos cinco primeiros meses do ano é de - 0,13% e no período de um ano (abril de 2011 a maio último) a alta corresponde a 2,51%.

 

Fonte: O Popular

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