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Prevenção para falta de água no futuro

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12/05/2015

A Barragem do João Leite, que integra os sistemas de abastecimento de água Mauro Borges e Meia Ponte, não entrou em funcionamento, mas o governo do Estado já estuda um novo sistema para atender a Grande Goiânia para daqui a 30 anos.

Em entrevista ao jornalista Murilo Santos, no de “Defrente com O Poder” de OHOJE, o diretor de gestão corporativa da Saneamento de Goiás (Saneago), Robson Salazar, afirma que em reunião com o governador Marconi Perillo, a empresa foi autorizada a iniciar estudos para definir qual manancial irá atender o entorno de Goiânia nos próximos 30 anos.

Para a reportagem, o diretor explicou que o Estado está fazendo um planejamento para que não aconteça em Goiânia o que ocorreu em São Paulo. “O Rio Tietê poderia ser um excelente canal de abastecimento para a população daquela cidade, mas como está completamente deteriorado, não pode ser utilizado”. Ele informa que, entre os mananciais que serão avaliados está o Ribeirão Caldas, situado entre Goiânia e Bela Vista.

 

Sem previsões

Como os estudos ainda estão bem no início, Salazar revela que ainda não há previsões de quando serão iniciadas as obras de construção de barragem ou de quanto será gasto. “Enquanto isso, a Saneago terá tempo para planejar, conseguir recursos e iniciar as obras a fim de evitar a falta de água a partir dos próximos 30 anos”.

Mesmo assim, ele disse que o novo sistema de abastecimento pode funcionar já em 2040. “O caso é que se não fizermos nada agora, teremos problemas nessa área nesse período”. Sobre a estrutura, Salazar relata que a engenharia muda sempre e a forma do abastecimento também não tem nada definido ainda.

Sobre a duração das obras, o diretor confirma que ainda não há nenhuma resposta definitiva. “E, se o Ribeirão de Caldas for o escolhido, temos que começar a preservá-lo já. Nosso objetivo é agir para preservar para o futuro”.

Sistema Mauro Borges vai funcionar em três anos

O diretor de gestão corporativa da Saneago, Robson Salazar, revelou que o prazo para o Sistema Mauro Borges entrar em funcionamento em sua capacidade total é de três anos. “Estamos concluindo o sistema de distribuição, que prevê centro de reservação, elevatória e nova estação de tratamento de água”.

Ele afirma também que a barragem do sistema de produção Mauro Borges já foi entregue, sendo que faltam R$ 90 milhões para concluir essa parte. “Já gastamos mais de R$ 200 milhões nesse trecho do sistema”. A previsão é que as obras sejam entregues até o primeiro trimestre de 2016

O diretor relata que seja licitada, ainda neste ano, a construção do sistema de distribuição. “As obras serão executadas em dois anos”. O valor estipulado a ser contratado é de R$ 118 milhões, mas ele garante que os recursos já estão garantidos.

Fonte: O Hoje

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