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Energia e infraestrutura devem receber R$ 35 bi do BNDES em 2016

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25/01/2016
Saiu de R$ 5 bilhões em 2014 para R$ 7,9 bilhões em 2015.O cartão BNDES, para pequenas e médias empresas, continuou com bom desempenho, segundo Coutinho, porque tem juros mais baixos que a linha bancária e a empresa pode usar até o limite que possui.

BNDES pretende aumentar em 10% os desembolsos para infraestrutura e energia neste ano, afirmou o presidente do banco, Luciano Coutinho à Folha.

"Não vão faltar recursos para infraestrutura e energia, principalmente a renovável neste ano", disse em Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial.

"Em 2015, desembolsamos com investimento direto em infraestrutura cerca de R$ 31 bilhões, fora os recursos via banco. Em 2016, esperamos um crescimento nesses desembolsos para algo em torno de R$ 35 bilhões", disse.

"Começamos o ano passado com escassez muito forte em recursos de TJLP, por causa da forte queda de demanda, que foi resultado de postergação de investimentos em razão da incerteza política e econômica, e terminamos o ano com folga de recursos, em relação ao que esperávamos."

MAIS LIQUIDEZ

BNDES recebeu do Tesouro em dezembro uma parcela de equalização de atrasados do PSI (Programa de Sustentação do Investimento), principal linha usada após a crise de 2008/2009 e que acabou na semana passada. Foram cerca de R$ 23 bilhões.

"Essa parcela recebida tornou o banco um pouco mais líquido e nós podemos ter uma política um pouco mais ativa para olhar as necessidades reais da economia."

A ideia do banco é dar suporte para "grandes prioridades: infraestrutura e energia -virão as novas concessões e, com a Selic tão alta, não é o momento em que o mercado possa entrar com financiamento de longo prazo de forma significativa. A propensão a debêntures de infraestrutura fica adiada".

Crédito para exportar e para pequenas e médias empresas terão também a preferência dos recursos.

"Temos de nos preparar para assegurar que os leilões e concessões em logística e energia estejam garantidos. São o tipo de projeto que, se o BNDES não apoiar, não sairá do papel."

Coutinho frisou que o crédito sairá, "obviamente em outras condições". "Como o ministro Nelson disse, o governo não está mais subsidiando taxa e o programa PSI acabou mesmo."

O financiamento será com TJLP, que está em 7,5%.

"Mas, se considerar a expectativa de inflação e que os projetos são de em média dez anos, você tem uma taxa de juros olhando para o longo prazo que não é subsidiada", ponderou.

"O que estamos falando não é nenhuma pirotecnia. É para atender à demanda de capital de giro, atender à demanda de crédito para exportação e garantir recursos para infraestrutura e energia", afirmou Coutinho.

O presidente do banco disse que caiu a demanda por crédito, mas que a oferta em geral no sistema financeiro também recuou.

MENOS 47% EM 2015

BNDES anuncia hoje que as consultas para a obtenção de empréstimos do BNDES fecharam 2015 com queda de 47%, em relação ao ano anterior, em um total de R$ 124,6 bilhões.

Os desembolsos do banco, por sua vez, caíram 28% e somaram R$ 135,9 bilhões.

Alguns setores tiveram aumento de empréstimos significativo. Em energia renovável, a alta nos desembolsos foi de 58%. Saiu de R$ 5 bilhões em 2014 para R$ 7,9 bilhões em 2015.

O cartão BNDES, para pequenas e médias empresas, continuou com bom desempenho, segundo Coutinho, porque tem juros mais baixos que a linha bancária e a empresa pode usar até o limite que possui. Fechou em 2015 com 750 mil operações, com R$ 11,5 bilhões.

Fonte: Folha de S. Paulo

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