O STIUEG,vem por meio desta nota, manifestar EXTREMA PREOCUPAÇÃO e exigir que a Companhia adote, de forma imediata e rigorosa, todas as medidas necessárias para garantir a segurança, a saúde e o bem-estar de seus trabalhadores neste período chuvoso e em face da atual greve da terceirizada Dolp.
O período de chuvas intensas é um momento de alto risco para a atividade-fim da Equatorial. Exigimos que sejam tomadas as seguintes providências:
- Revisão e Fornecimento de EPIs: Garantir a imediata revisão, reposição e fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados, em perfeito estado de conservação, especialmente aqueles essenciais para o trabalho e a revisão de todas as viaturas utilizadas em serviço.
- Pausas e Descanso: Assegurar pausas adequadas e o tempo necessário para descanso e recuperação dos trabalhadores que atuam em longas jornadas e sob condições estressantes.
A paralisação dos trabalhadores da empresa terceirizada NÃO DEVE servir de pretexto para sobrecarregar indevidamente os trabalhadores próprios da Equatorial, expondo-os a riscos inaceitáveis ou a atividades para as quais não estão plenamente dimensionados ou treinados.
- Proibição de Desvio de Função com Risco: É terminantemente vedado expor trabalhadores a atividades de risco ou em locais que ficariam desassistidos em caso de acidente, devido à ausência de apoio adequado. A vida do trabalhador é inegociável.
O aumento da demanda, as condições climáticas adversas e as crescentes cobranças resultam em um estresse e cansaço físico e mental elevados para os trabalhadores.
- Gestão Humanizada de Cobranças: O Sindicato exige que a Companhia revise e module o sistema de cobranças por produtividade e prazos, reconhecendo a delicadeza do momento e priorizando a segurança e a saúde dos trabalhadores sobre a velocidade da execução.
- Cuidado Psicossocial: Devem ser disponibilizados canais de apoio psicológico e serem promovidas ações que mitiguem o excesso de pressão e a fadiga.
O STIUEG reitera que estará vigilante e pronto para tomar todas as medidas legais e sindicais cabíveis, incluindo denúncias aos órgãos fiscalizadores competentes, caso as exigências de segurança e saúde do trabalhador não sejam integralmente cumpridas.
PRIORIZAR A VIDA É DEVER DA EMPRESA.



