Com a semana avançando e o calendário do edital correndo, o STIUEG ampliou, desde segunda-feira (02/02/2026), uma rodada de articulações políticas com vereadores, deputados estaduais e federais — da capital e do interior — além de conversas com pré-candidatos ao Governo de Goiás. O objetivo é direto: consolidar uma frente suprapartidária em defesa da SANEAGO pública e contra a privatização do saneamento por meio de PPPs.
A direção do sindicato afirma que a articulação é uma resposta ao avanço concreto do processo licitatório e ao risco de transformar um direito básico em negócio de longo prazo. “Toda essa luta é para criarmos uma frente suprapartidária, uma frente em defesa da SANEAGO pública e contra a privatização”, reforçou João Maria, diretor do STIUEG, em mensagem dirigida à população.
Para o sindicato, o debate não pode ficar restrito a gabinetes. A orientação é que a sociedade pressione seus representantes, porque quem paga a conta no fim não é o investidor: é o trabalhador, a família e o pequeno comerciante. “Você que paga conta religiosamente todo mês, saiba que se privatizar, a conta vai aumentar e a torneira pode secar”, alerta a direção do STIUEG.
Na avaliação do STIUEG, essas etapas dão a dimensão do que está em jogo: se o processo avançar sem reação pública, Goiás pode assistir à entrega de uma estrutura estratégica, com impactos permanentes no bolso da população e no controle social sobre o saneamento. Por isso, o sindicato convoca a cobrança direta aos parlamentares e vereadores: “Se indigne com isso, cobre do seu parlamentar, convide o seu vereador a se juntar a essa frente ampla para barrarmos o mal que querem fazer para o povo de Goiás. Não à privatização da SANEAGO”. João Maria.
A palavra é: MOBILIZAÇÃO!
• Pressione vereadores e parlamentares da sua cidade para aderirem a uma frente suprapartidária em defesa da SANEAGO pública
• Acompanhe as publicações do STIUEG e participe das ações presenciais e online convocadas pelo sindicato.
A posição do STIUEG é clara: saneamento não é mercadoria e a SANEAGO não pode virar balcão de negócios.














